Sep 28, 2006 0
Sep 3, 2006 0
LUTO
Hoje, as 18:46, faleceu um grande amigo meu.
Ele, sem mais nem menos, morreu. Não se sabe ao certo, se ele morreu de fome, ou de depressão. Ele esteve comigo desde que nos conhecemos. Ele nunca reclamava de estar comigo, até gostava. Quando brincávamos, mesmo que ele perdia ele ficava feliz por ter brincado comigo. Ele era um amigo exemplar, para todas as horas. Eu cuidei bem dele. Fiz de tudo para que ele fosse sempre o melhor, o mais saudável, o mais inteligente. Mas, de uma hora pra outra, ele mudou. E perdeu a fome e a vontade de viver. Num momento nós estávamos tirando fotos, e no outro, ele morreu. Sem mais nem menos. Ele era um grande amigo. Vou sentir muitas saudades.

Ele mudou. Se tornou o mais inteligente, o mais saudável. O char secreto. Creio que esse mundo nao era o lugar dele. Agora ele deve estar num lugar melhor, com certeza.

Siga a luz, tamagotchi. Vá em paz.
Aug 1, 2006 0
=D

Tentando conquistar o azul do céu
Trazendo na mente um sonho de caçador
E uma grande armadilha,preparar
Numa nuvem dourada navegar
Viver o fantástico,uma aventura
Indo de encontro ao dragão
E confiante nos desejos de vitória
E certo de que nada foi em vão
Jul 27, 2006 0
ROGÉRIO SKYLAB

Cantor, músico, compositor, poeta e performer, Rogério Skylab iniciou sua carreira musical em 1992. Skylab tem na estética trash aliada a uma postura lírica um dos alicerces do seu trabalho. Ganhou notoriedade nacional ao aparecer no programa de entrevistas de Jô Soares diversas vezes, assustando a platéia com sua performance no palco.
Durante os shows é comum uma grande interação com a platéia onde ele saca objetos cortantes, como a faca e ameaça atacar as pessoas próximas, como forma de interpretação de suas músicas. Suas letras tendem normalmente ao humor negro e a escatologia e musicalmente se assemelha a gêneros diversos como o Heavy Metal, a Seresta, Bossa Nova e Punk dos anos 80.
Jul 25, 2006 0
VOVÔ SIMPSON
Hoje não vai ter graça aqui no blog, até que eu ache alguma coisa que valha a pena colocar. Mas, vou falar um pouco de coisa séria. Hoje é aniversário do meu Vô Chico, Francisco de Almeida Prado, pai do meu pai. Ele morou 9 anos com a gente, morreu com noventa e quatro anos, quando eu tinha uns 16 eu acho. Antes da gente vir pra Campo Mourão.
Ele era um véinho sagaz. Quando eu e meu irmão éramos pequenos, a gente juntava com os primos em volta dele pra ficar ouvindo as histórias da “guerra” (aquela Revolução que virou feriado em outubro no estado de são paulo) e, mesmo não entendendo nada, a gente gostava de ouvir. A gente tava com tudo os primo, perto do vô, e o vô contando como ele matou dois combatentes sem arma com uma tora de madeira. A criançada achava lindo quando ele dizia que era uma arma e cinco balas pra cada combatente, e acabou os soldados se viravam jogando pedra mamona, e a metralhadora era um reco-reco q fazia bastante barulho.
mas daí
o tempo foi passando
e eu em vez de achar graça comecei a ficar de cara, ficar bravo, porque enchia o saco ouvir sempre a mesma história. E com isso tudo foi mudando. Minha vida, inclusive. Onde eu via graça, eu comecei a me aborrecer. E tudo foi ficando… meio escalafodético.
Foda que eu cresci. E vi que isso não era bom. E comecei a mudar. Mudar não né, voltar a ser o que era. E comecei a ouvir as histórias tudo de novo. E vi que cada vez que ele contava uma coisa mudava! E achava isso engraçado. E começamos a conversar das coisas. E quando eu não tinha tempo, tinha que ir na natação, o véio ficava de cara pq eu era o único q perdia tempo ouvindo ele. E falava “mas vc nao gosta mais do vovô” e tinha que explicar tudo. O velho era uma rocha. Fumava desde os 8 anos e morreu com noventa e poucos. E quando a gente tava bem eu com ele ele comigo, ele puf morreu. E agora não tenho ninguém pra me contar histórias. Mas. Agora sou eu quem conta. E vou continuar contando até virar um velho doido que enche o saco dos netos com histórias meio verdade meio inventadas.
e por mais foda que ele tenha sido, por mais bala de chiclete que ele tenha roubado de mim, e não conseguido mastigar e ter colado na parede atrás do armário, por mais que ele tenha falado “ce não gosta do vovô” de chantagem, por mais q tenha fumado com 8 anos, por mais que tenha matado os cara jogando mamona, eu aposto que ele está no Céu agora. Ensinando as criancinhas a usar a “baioneta”.
Um abraço, velho. Cê não gosta mais do seu neto. ;D
*ele cantava uma música mais o menos assim “ainda onte - choreiii - de saudade”
Jul 12, 2006 0
CHAPÉU CÔCO

I´m singin´ in the rain
Just singin´ in the rain,
What a glorious feeling,
I´m happy again.
I´m laughing at clouds
So dark, up above,
The sun´s in my heart
And I´m ready for love.
Let the stormy clouds chase.
Everyone from the place,
Come on with the rain
Have a smile on your face.
I´ll walk down the lane
With a happy refrain
And singin´
Just singin´ in the rain
Dancin´
and singin´
in
the rain…



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